O Sarampo é uma doença infecciosa causada por um vírus e é muito comum na infância. No entanto, mesmo sendo considerada uma doença comum em crianças, essa doença é grave, pode evoluir com complicações e levar à morte.
A transmissão do Sarampo acontece de forma direta, ou seja, de pessoa para pessoa. Assim, o contágio ocorre por meio de gotículas que são liberadas quando a pessoa infectada fala tosse, espirra e até respira.
A doença possui um período de incubação de aproximadamente 7 a 14 dias. Isso significa que leva um tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas relacionados ao Sarampo. Porém, a transmissão da doença pode acontecer antes da criança infectada apresentar os sintomas, ou seja, ainda no período de incubação.
Quais são os sintomas do Sarampo?
Os sintomas do Sarampo aparecem após o período de incubação. A criança infectada pode manifestar: febre, tosse seca, nariz escorrendo, olhos vermelhos e dificuldade para olhar a luz intensa. Em seguida, manchas bem pequenas e vermelhas surgem dentro da boca e, depois disso, a criança apresenta dor de garganta.

Além disso, entre 3 e 5 dias após os primeiros sintomas, surgem manchas vermelhas pelo corpo da criança. Em geral, essas manchas começam na parte de trás da cabeça e se espalham pelos braços e pernas.
A grande parte das crianças apresenta uma boa recuperação. Mas, eventualmente, o Sarampo pode ter sérias complicações ou ser fatal. Essas complicações podem levar a diarreia, vômitos, sangramento excessivo, convulsões, infecção no cérebro (encefalite), pneumonia bacteriana e hepatite.

Como fazer a prevenção contra o Sarampo?
A prevenção contra o Sarampo é feita através da vacinação. As crianças devem receber a primeira dose contra a doença aos 12 meses, através da vacina tríplice viral que protege contra o Sarampo, a Caxumba e a Rubéola. Já a segunda dose, é ofertada aos 15 meses, com a vacina tetra viral contra o Sarampo, a Caxumba, a Rubéola e a Varicela (popularmente conhecida como Catapora).

As vacinas contra o Sarampo fazem parte do calendário de vacinação infantil e podem ser oferecidas doses extras em caso de epidemias. Em algumas crianças, a vacina pode causar leve reação, como: febre, dor e vermelhidão no local da aplicação.
Apesar de ser uma doença evitável através da vacinação, o Brasil tem registrado diversos novos casos dessa doença. Por isso, além da imunização infantil, é preciso que jovens e adultos também façam a manutenção da situação vacinal para que novos casos da doença não se espalhem.
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